Salmos 143
1.
De Davi. Bendito seja o Senhor, meu rochedo, que adestra minhas mãos para o combate, meus dedos para a guerra;*
2.
meu benfeitor e meu refúgio, minha cidadela e meu libertador, meu escudo e meu asilo, que submete a mim os povos.
11.
salvai-me da espada da malícia, e livrai-me das mãos de estrangeiros, cuja boca só diz mentiras e cuja mão só faz juramentos falsos.
12.
Sejam nossos filhos como as plantas novas, que crescem na sua juventude; sejam nossas filhas como as colunas angulares esculpidas, como os pilares do templo.
13.
Encham-se os nossos celeiros de frutos variados e abundantes, multipliquem-se aos milhares nossos rebanhos, por miríades cresçam eles em nossos campos; sejam fecundas as nossas novilhas.
Resumo do Capítulo de Salmos 143
Em Salmos 143 registra a súplica de Davi a Deus, reconhecendo-o como refúgio, escudo e libertador. Ele clama por livramento das mãos de inimigos falsos e estrangeiros, e pela intervenção divina na vida de seu povo. O salmo destaca a dependência total em Deus, pedindo proteção, prosperidade, multiplicação de filhos, colheitas e rebanhos, e a integridade das cidades. É um testemunho de fé, confiança e esperança na justiça e na misericórdia de Deus.